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Enquanto Salão do Artesanato apresenta faturamento de R$ 900 mil, artesãos da Vila do Artesão amargam prejuízos


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01/07/2013

Enquanto Salão do Artesanato apresenta faturamento de R$ 900 mil, artesãos da Vila do Artesão amargam prejuízos


A 18ª edição do Salão de Artesanato da Paraíba, realizado em Campina Grande, superou a meta de vendas e de público no último final de semana, registrando um volume de negócios superior a R$ 900 mil, com a venda de mais de 73 mil peças das mais varias tipologias. A informação foi divulgada pelo Governo do Estado, através de release da Secom.

 

Enquanto isso, os artesãos estabelecidos na Vila do Artesão, na Avenida Almeida Barreto, em Campina Grande estão amargando o maior prejuízo já verificado num mês de junho, desde que o local foi inaugurado pelo então prefeito da cidade, Veneziano Vital do Rêgo, em dezembro de 2010.

 

Na semana passada, um grupo de artesãos da Vila publicou um documento lamentando a falta de apoio, este ano, por parte da Prefeitura e anunciando prejuízos, já que investiram na aquisição de matéria prima, mas devido ao pequeno movimento registrado este ano, não venderam como esperavam. “No ano passado faturamos quase R$ 18 mil. Este ano foi pouco mais de R$ 2 mil”, disse um artesão, que não quis se identificar.
 

 

Se na Vila do Artesão faltou apoio e incentivo para alavancar as vendas, o mesmo não se pode dizer do Salão do Artesanato. Enquanto os artesãos campinenses reclamaram, por exemplo, da falta de divulgação, o Salão do Artesanato teve mídia em rádio, jornal, TV, rádios e internet.

 

De acordo com a Secom, o Salão abriga trabalhos de 500 artesãos e disponibilizou para os visitantes muito forró, apresentações culturais e comidas típicas. Promovido pela Secretaria de Estado do Turismo e do Desenvolvimento Econômico, por meio do Programa de Artesanato da Paraíba (PAP), o salão já se consolidou como um dos principais eventos do Maior São João do Mundo.

 

Este ano, o Salão fez uma homenagem ao antigo curtume Antônio Villarim, localizado em Bodocongó, que teve seu auge na década de 1970, tornando-se referência no processamento e exportação, chegando a produzir até 800 couros bovinos, diariamente, e mais 10 mil peles de cabra e carneiro.
 

 

A coordenadora do PAP, Pâmela Bório informou ainda logo após o Salão a equipe já começa os preparativos para três feiras de artesanato. “No início de julho, teremos a Feneart (Feira Nacional de Negócios do Artesanato), no Recife; uma outra feira em Brasília e a Brasil Mostra Brasil, aqui na Capital”, informou.

 

O artesanato se destaca entre as tipologias mais vendidas deste ano. Foram quase 30 mil peças vendidas, gerando um volume de negócios de mais de R$ 500 mil. Em segundo lugar estão as habilidades manuais, com quase 15 mil peças vendidas e um volume de vendas de R$ 117 mil. O espaço gastronômico gerou o terceiro maior volume de vendas na ordem de R$ 107 mil.

 

Do Blog Carlos Magno, com Secom do Governo do Estado






 


 


 
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