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Lar Sagrada Face enfrenta dificuldades e precisa de mil doadores de R$ 10 cada, para não fechar as portas e desamparar idosos


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06/07/2016

Lar Sagrada Face enfrenta dificuldades e precisa de mil doadores de R$ 10 cada, para não fechar as portas e desamparar idosos


Bem no coração do Agreste da Paraíba, um prédio com aspectos antigo, mas conservado a estrutura original se ergue à vista de quem se aproxima. Ao cruzar as portas, o visitante se depara com uma realidade dura de quem viveu toda uma vida, e é possível perceber a grandiosidade do trabalho realizado com amor. Histórias de sonhos, decepções, alegrias, tristezas e abandono se multiplicam. O Lar Sagrada Face mostra ao mundo moderno como os ensinamentos de Jesus, principalmente o mandamento do “amor ao próximo”, pode ser vivido em sua essência.

 

As rugas no rosto de alguns idosos, o olhar terno, o sorriso espontâneo, traduzem a experiência de vida. Pessoas como a aposentada Maria de Lourdes, que aos 87 anos passa a maior parte do tempo sentada na cadeira com o terço na mão. Há três anos, ela foi deixada pela família na instituição e, desde então, mudou a sua vida. Hoje passa maior tempo em silêncio ou meditando os mistérios do terço. A aposentada Odívia da Silva, de 73 anos, amputou uma perna e encontrou no Lar um refúgio para voltar a sorrir e descobrir o sentido da solidariedade.


O Lar Sagrada Face, abrigo de idosos com sede no sítio Rosa Branca, zona rural de Lagoa Seca, está em dificuldades e core o risco de fechar as portas, pois tem um déficit mensal de aproximadamente R$ 10 mil

 

O Lar Sagrada Face, abrigo de idosos com sede no sítio Rosa Branca, zona rural de Lagoa Seca, foi fundado há 45 anos por Frei Matias, religioso franciscano, já falecido. É administrado pela Diocese de Campina Grande e dirigido pelo Padre Clemente Medeiros. Atualmente, a instituição tem 22 funcionários para cuidar de 16 idosos, a maioria cadeirante, que contribuem com a aposentadoria ou benefício. A soma dessas contribuições chega a um pouco mais de 9 mil reais. A renda dos doadores fixos que contribuem mensalmente chega a 10 mil reais. Já os gastos das despesas com funcionários, encargos trabalhistas e contas fixas ultrapassam os 26 mil reais.

 

A instituição atravessa dificuldade e corre o risco de fechar. Desde o mês de abril que o Lar funciona de forma precária por conta da crise e dos aumentos de salários dos funcionários, encargos trabalhistas e contas fixas. Para cobrir as despesas, Pe Clemente diz que é necessário, urgentemente, pelo menos mil doadores financeiros por mês, cada um contribuindo com R$ 10.00. Se se isso não acontecer, a instituição corre o risco de encerrar as suas atividades.

 

“Se não houver uma resposta real, corremos, sim, o risco de fechar. Por isso estamos pedindo à população de Campina Grande e cidades vizinhas que nos ajude, assumindo o compromisso de doar 10 reais por mês” apelou o padre.

 

Segundo o Pe Clemente, desde o mês de abril a entidade funciona no vermelho e as dificuldades só aumentam. Por causa da crise econômica e dos constantes aumentos, os problemas só se agravam. Em especial, o financeiro, ameaçando a entidade a fechar suas portas.

 

“Para que possamos dar continuidade a esse importante trabalho em benefício dos idosos, precisamos de uma resposta urgente da sociedade. Nesse sentido, apelamos para que as pessoas que queiram ajudar, com apenas 10 reais, que o faça de forma generosa. Precisamos dos doadores fixos para, a curto prazo, manter todos os serviços que prestamos e honrarmos com as despesas”, disse o sacerdote.

 

Segundo o Padre Clemente, a ajuda também pode ser feita através alimentos, medicações, fraudas. Um mensageiro identificado vai à casa do doador buscar a doação. Os interessados em contribuir com a instituição podem ligar para o telefone 9 8747-9420.

 

O Lar da Sagrada Face era mantido através das mensalidades do Colégio Assta, no Ponto Cem Réis, em Campina Grande, que encerrou suas atividades. Hoje, é mantido através das doações de pessoas bondosas, através de um telemarketing.

 

O Lar da Sagrada Face sobrevive de doações e não tem ajuda do governo. Sua parte externa se encontra bastante degradada, não possui cerca nem portões adequados, e por isso tem sido alvo de vândalos que depredaram sua fachada, colocando em risco funcionários que trabalham no local. As doações mensais que a instituição recebe não conseguem suprir todas as necessidades dos idosos, que precisam de assistência médica e psicológica, além de remédios, de produtos de higiene pessoal e de limpeza.

 

Portal Carlos Magno



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