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Locutor é preso acusado de tentar vender o próprio filho de 4 meses por R$ 3 mil reais, pela internet


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07/10/2016

Locutor é preso acusado de tentar vender o próprio filho de 4 meses por R$ 3 mil reais, pela internet


Um locutor de 26 anos foi preso na rodoviária de Campo Grande, na quarta-feira (5), suspeito de tentar vender o filho de 4 meses em um anúncio na internet. Segundo o delegado Mário Donizete Queiroz, da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depaca), o homem é suspeito de negociar a venda e prometer entregar o próprio filho a outra pessoa mediante recompensa em dinheiro.

 

"Não foi uma tentativa de venda explícita. Ele não usa o termo venda, mas fala em entregar o filho a troco de uma ajuda e chega a pedir R$ 3 mil", afirmou Donizete. Ele disse ao G1 que o homem anunciou a doação do filho em um site específico para adoção de crianças em julho de 2015, quando a companheira dele ainda estava grávida, mas só na semana passada ele viu a mensagem de uma mulher interessada na criança.


Um locutor de 26 anos foi indiciado e responderá pelo crime de prometer ou entregar o próprio filho, um bebê de 4 meses, a um terceiro mediante recompensa. Ele anunciou a "venda" do filho pela internet

 

Anúncio – A mensagem foi enviada por uma mulher do interior de São Paulo no dia 26 de julho de 2015, no perfil do pai do bebê, mas o homem só respondeu a mensagem no último dia 3 de outubro e, em seguida, os dois começaram a negociação sobre a criança. As conversas foram apreendidas pela polícia e constam no inquérito sobre o caso.

 

O homem estava com o bebê e a esposa, de 22 anos, e tentava conseguir passagens para São Paulo com a assistência social da prefeitura. A profissional descobriu a negociação de venda da criança depois de desconfiar do comportamento da mãe, que chorava muito durante a entrevista.

 

Segundo Donizete, o pai confessou que entregaria o filho mediante pagamento de recompensa e disse que desistiu do negócio porque se arrependeu, mas o delegado acredita que a desistência tenha sido por pressão da família que descobriu o caso.

 

"Estou convencido da inocência da mãe do bebê. Me parece que até então ela não sabia desses acontecimentos e só ficou sabendo depois que a família descobriu e também estou convencido de que a desistência da venda por parte do pai do bebê foi motivada por fatores externos. A possível compradora fez contato com a irmã do preso perguntando se a família estava sabendo da negociação e a família nada sabia", informou Donizete.

 

O delegado comenta que o caso chama a atenção. "É mais um que impressiona até a gente. Ainda bem que não aconteceu [a venda]. Não sabíamos o destino que seria dado a essa criança e como o pai explicaria o sumiço dela. Mas, no momento, a criança e a mãe encontram-se abrigadas e protegidas", informou.

 

O pai do bebê continua preso e aguarda a audiência de custódia, que vai definir se mantém ou não a prisão em flagrante. O delegado arbitrou fiança no valor de um salário mínimo, mas o preso alegou não ter condições financeiras, então, a fiança foi reduzida para R$ 200, só que o valor não havia sido pago até a publicação desta reportagem.

 

Ele foi indiciado e responderá pelo crime de prometer ou entregar o pupilo a terceiro mediante recompensa. O crime prevê pena de 1 a 4 anos de reclusão. A mulher que fez contato demonstrando interesse na compra da criança também é investigada, segundo o delegado, e pode responder pelo crime de dar parto de terceiro como seu. Num primeiro contato, a mulher disse para a polícia que estava querendo especular o anúncio para denunciar o fato à polícia.

 

"Quem está comprando essa criança pode estar cometendo crime de registrar filho de outro como seu e dar parto de outra pessoa, que é um crime contra o estado de filiação", ressaltou – G1.

 

Portal Carlos Magno



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