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Polícia diz que disparo não foi acidental e namorado quis mesmo matar a fisioterapeuta Caillane Marinho com um tiro na cabeça


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22/10/2016

Polícia diz que disparo não foi acidental e namorado quis mesmo matar a fisioterapeuta Caillane Marinho com um tiro na cabeça


A Polícia Civil concluiu que o tiro que matou a fisioterapeuta Caillane Marinho, de 27 anos, não foi acidental, como alegou o namorado dela, o engenheiro agrônomo Diego Henrique Lima, 30, que confessou ter disparado contra a vítima em Vianópolis, no sul de Goiás. O suspeito foi indiciado por homicídio doloso, quando há a intenção de matar. O homem segue preso.

 

Ao se entregar à polícia, no último dia 14, Diego disse que o disparo que matou a namorada foi acidental e aconteceu durante uma briga. O homem alegou que pegou uma arma para se matar, mas que Caillane tentou tirar o armamento dele e acabou baleada.


A Polícia Civil concluiu que o tiro que matou a fisioterapeuta Caillane Marinho, não foi acidental, como alegou o namorado dela, o engenheiro agrônomo Diego Henrique Lima. Ele foi preso e foi indiciado por homicídio doloso, quando há a intenção de matar

 

Porém, a polícia afirma que essa versão é falsa. “O laudo pericial diz que foi homicídio doloso. O tiro acertou entre a nuca e a orelha. Como uma pessoa tentar tirar a arma da outra de costas? Não tem como o disparo ter sido acidental”, acredita o delegado Marcos Vinícius Costa,responsável pelo inquérito.

 

O delegado disse ainda que existem outras provas que levam a crer que o caso não foi um acidente. “A casa tem circuito de câmera dentro e fora. As imagens poderiam ajudar nas investigações. Mas o aparelho que registra as imagens não estava lá. O suspeito alega que o equipamento estava com defeito, mas o técnico que fez a instalação disse que não havia nenhum problema”, completou Costa.

 

Crime – A fisioterapeuta foi encontrada morta na manhã do dia 9. Segundo as investigações, ela estava no quarto da residência, onde morava com o namorado há cerca de dois meses, com uma marca de tiro na cabeça. O engenheiro agrônomo passou a ser procurado pela polícia, mas só se apresentou no último dia 14. Como tinha um mandado de prisão em aberto, ele foi preso.

 

"Ele disse que no dia do crime [8 de outubro], eles tiveram uma briga. Ele então pegou uma arma, falou que ia se matar e a apontou para sua cabeça. Nesse momento, de acordo com ele, a Caillane avançou para evitar e acabou sendo baleada acidentalmente", disse o delegado.

 

O engenheiro afirmou ainda que, durante a confusão, outro disparo foi realizado e atingiu sua cabeça de raspão. Em seguida, alegado que estava "desesperado", pegou sua caminhonete e fugiu para uma propriedade pertencente a ele, próximo da cidade – G1.

 

Portal Carlos Magno



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