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Lira critica fechamento de agências e cobra controle do Exército sobre explosivos usados para explodir bancos


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27/11/2016

Lira critica fechamento de agências e cobra controle do Exército sobre explosivos usados para explodir bancos


Em discurso no Senado Federal, o Senador Raimundo Lira (PMDB-PB) lamentou o fechamento das 402 das agências do Banco do Brasil em todo o País e disse que não justifica o argumento da direção da instituição de que o fechamento seria provocado por prejuízos financeiros. Lira ressaltou o papel do BB para o desenvolvimento das cidades do interior, contribuindo para a integração nacional.

 

Ele lembrou que o Banco do Brasil precisa manter sua característica de banco com conotação social, educacional e de integração do País e não pode ter a mesma lucratividade, rentabilidade e eficiência financeira de um banco privado. "Não se justifica o argumento de que o banco precisa dar lucro" disse.


O Senador Raimundo Lira (PMDB-PB) lamentou o fechamento de agências do Banco do Brasil e defendeu um maior controle sobre os explosivos usados por bandidos para explodir bancos, função que, no Brasil, tem o comando exclusivo do Exército

 

Nesse contexto, Lira também relembrou denúncia que já fez na tribuna do Senado sobre quadrilhas que estão assaltando e explodindo agências bancárias nas cidades do interior do Brasil, o que considerou um "novo cangaço", que tem privado a população de um serviço essencial. "É um prejuízo imenso, sobre todos os aspectos", lamentou.

 

Controle dos Explosivos ?" Para combater as quadrilhas, Raimundo Lira defendeu um maior controle sobre os explosivos, função que, no Brasil, tem o comando exclusivo do Exército. "Essas pessoas compram explosivos como se compra pão na padaria, e isso é um absurdo", disse. Para ele, os avanços de ataques a bancos tem esvaziado as cidades brasileiras, gerado um problema social e provocado um novo êxodo rural.

 

Ele disse que, recentemente, ao procurar a presidência do Banco do Brasil para solicitar a reabertura de algumas agências, os dirigentes informaram que muitas tiveram que ser reformadas até três vezes, devido a explosões.

 

Lira citou o caso de São João do Rio do Peixe, cidade de médio porte da Paraíba que corre risco de ficar sem agência bancária devido a recente explosão. "Será que esses cangaceiros são mais fortes e tem mais instrumentos que o Estado brasileiro?", disse - Assessoria.


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