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17/10/2017

Câmera de segurança mostra mãe tentando matar o próprio filho bebê. Ela e o pai foram indiciados por tentativa de homicídio


A Polícia Civil do Distrito Federal indiciou um casal por tentativa de homicídio contra o filho de 2 meses - eles são suspeitos de praticar o crime usando injeção de insulina. Segundo as investigações, eles tentaram forjar um quadro de hiperinsulinismo congênito - doença que faz o pâncreas produzir o hormônio em grande quantidade - para arrecadar dinheiro com comoção popular. Os pais do bebê negam a intenção de matá-lo.

Dois irmãos da criança morreram com o diagnóstico no ano passado. Na época, a família apelou por ajuda em redes sociais alegando que não recebia auxílio do Estado. A situação também foi denunciada pelo Ministério Público. O caso corre em segredo de Justiça.



A suspeita ocorreu durante a internação do menino no Hospital Universitário de Brasília (HUB) e foi investigada pela equipe da delegada Ana Cristina Melo Santiago. A criança deu entrada na unidade de saúde em junho, após uma convulsão. Os médicos conseguiram reverter o quadro, mas decidiram investigar o caso após os pais relatarem ter tido mais três filhos (incluindo os dois que morreram) com a doença.

Para os profissionais, os resultados dos exames foram incoerentes. Uma nova investigação foi realizada e apontou que o quadro era 'proposital'. Para preservar o bebê, o Conselho Tutelar foi acionado. Além disso, o menino foi encaminhado à Unidade de Cuidados Intermediários Neonatais (Ucin), onde o acesso da família era limitado.

Já instalado na Ucin, o menino apresentou novo quadro de hiperinsulinismo. De acordo com a investigação, por volta das 18h do dia 19 de julho, a equipe de enfermagem foi acionada pela mãe da criança para avaliação da glicemia.

O hospital decidiu analisar as filmagens do circuito de segurança. Por volta de 17h50, a mulher estava com o menino no colo, "em movimento que sugere a administração exógena de substância que se acredita tratar de insulina de ação rápida, o que justifica a alteração do quadro de hipoglicemia exposto", segundo a investigação.

"O efeito da insulina é diminuir as concentrações de glicose no sangue. A administração inadequada em quem não precisa pode levar a hipoglicemias graves, crises convulsivas, lesões irreversíveis do cérebro, comprometendo o desenvolvimento da criança, e até óbito, caso não vista e socorrida a tempo."

O caso foi denunciado à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). Uma seringa foi encontrada pela delegada dentro da roupa íntima da mãe. Em depoimento à polícia, a mulher confessou ter injetado o medicamento no bebê alegando que "ele estava com a glicemia muito alta", mesmo sabendo que ele estava sendo medicado e que a conduta dela poderia colocar a vida do filho em risco.

Ela não quis dizer como conseguiu insulina. Para a investigação, o pai do menino - que trabalha há um ano como entregador de uma farmácia - forneceu o produto.

Por decisão da Justiça, os pais não puderam mais ter contato com o bebê nem com os outros três filhos. Os quatro foram encaminhados para um abrigo, onde estão há dois meses - G1.

Portal Carlos Magno


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