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28/10/2017

POR CIÚME: Jovem morta foi queimada viva pelo ex-namorado e pela atual namorada dele, após emboscada


A comerciante Núbia Ribeiro, morta em setembro deste ano em Franca (SP), estava viva quando teve o corpo parcialmente queimado pelos suspeitos. Segundo o delegado da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) Márcio Murari, a jovem de 21 anos apresentava sinais vitais, mas não estava consciente.

Nesta sexta-feira (27), a Justiça decretou a prisão preventiva do ex-namorado dela, o auxiliar de mecânico Leonardo Cantieri, de 20 anos, da atual namorada dele, a estudante de direito Lauany Viodres do Prado, de 20 anos, e do sapateiro Ítalo Vinicius Neves, de 32 anos, amigo do casal.

O trio, preso desde que o corpo foi encontrado na zona rural de Patrocínio Paulista (SP), foi indiciado por homicídio triplamente qualificado. Segundo o laudo do Instituto Médico Legal (IML), Núbia morreu por traumatismo craniano.



De acordo com Murari, o assassinato foi planejado por Lauany, que teria agido por ciúmes do namorado. No entanto, a polícia não conseguiu esclarecer a participação de cada um deles, uma vez que os três apresentaram versões diferentes sobre o crime.

Leonardo e Ítalo permanecerão presos no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Franca. Lauany deverá ser encaminhada para Mogi Guaçu (SP). Os advogados dos suspeitos não foram localizados para comentar o assunto.

Assassinato

A jovem desapareceu na noite de 24 de setembro após sair de casa para ir a um bar. De acordo com o delegado, ela contou a uma amiga que havia recebido uma mensagem do ex-namorado e seguiu para encontrá-lo.

O corpo dela foi achado dois dias depois na zona rural de Patrocínio Paulista, com marcas de esfaqueamento e parcialmente queimado, depois que Ítalo procurou a polícia. O sapateiro alegou que foi procurado por Leonardo e Lauany para que se desfizesse do carro da vítima. O veículo foi encontrado em uma estrada na região de Franca, local oposto ao que Núbia foi deixada morta.

A Justiça decretou as prisões temporárias do amigo e do casal, que se apresentou dois dias depois à polícia. Durante os depoimentos, os três apresentaram versões diferentes e uma acareação chegou a ser feita.

O laudo do IML apontou que a jovem morreu em decorrência de traumatismo craniano, causado por objeto contundente. A polícia suspeita que uma chave de rodas tenha sido usada para ferir Núbia no rosto. Para o delegado, a violência do ferimento indica que Lauany tenha sido a autora, porque queria desfigurar a vítima.

Ainda segundo o laudo, Núbia apresentava sinais vitais quando teve o corpo parcialmente queimado. Para a polícia, a descoberta comprova a crueldade dos suspeitos no crime.

"Isso não quer dizer que ela estava acordada ou com plena consciência. A gente acredita e o médico legista também nos disse que ela já estava desfalecida, inconsciente, provavelmente em início de morte, quando teve o corpo parcialmente queimado", afirma Murari.

O carro utilizado pelo casal na noite do crime foi apreendido no bairro Jardim Aeroporto depois de uma denúncia anônima. No interior havia galões com cheiro de gasolina.

Versões

Apesar da divergência nos relatos dos suspeitos, o delegado diz que o conjunto de provas apresentado pela investigação é suficiente para confirmar a participação dos três no homicídio.

"A prisão preventiva demonstra que as provas que trouxemos ao inquérito policial são fortes e apontam de fato a participação da Lauany, do Leonardo e do Ítalo nesse grave crime. Diante disso, não há dúvida para o Ministério Público e a Justiça", afirma Murari.

Durante os depoimentos, Launy e Leonardo admitiram ter atraído Núbia para um encontro por meio de uma rede social, mas apresentaram versões diferentes para a morte da jovem. Segundo Lauany, Leonardo e Ítalo saíram no carro dela, levaram a vítima até a zona rural de Patrocínio e a assassinaram. A estudante afirma que ficou no apartamento de Ítalo durante todo o tempo.

Já Leonardo disse que levou Lauany a uma rua no bairro Parque Industrial, onde ela aguardou a chegada dele com Núbia. No local, segundo o auxiliar de mecânico, as duas começaram a brigar e cada uma delas tinha uma faca. A vítima foi ferida por Lauany, e colocada no banco de trás do carro da estudante. Eles seguiram para a casa de Ítalo, que teria levado o corpo da comerciante até Patrocínio Paulista.

Depois de uma acareação com os três suspeitos, o delegado voltou a ouvir Leonardo, sob o argumento de que ele não conseguiu falar quando estava diante de Lauany.

Em sua defesa, segundo Murari, o auxiliar de mecânico mencionou que Lauany estava escondida no porta-malas do carro que saiu com Núbia, mas surpreendeu a vítima e as duas começaram a brigar. Leonardo disse também que, em determinado momento, notou que Núbia estava desacordada. Ele também reforçou a suspeita de que Lauany tinha o costume de andar com uma faca.

Segundo ele, naquele momento o casal teria procurado Ítalo Neves e pedido a ele que levasse a jovem a um pronto-socorro ou algum lugar próximo, e que somente soube do desfecho de Núbia mais tarde - G1.

Portal Carlos Magno


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