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19/01/2018

Carro invade praia de Copacabana, no Rio, mata bebê e fere 16 pessoas. Motorista disse ser epilético e ter sofrido desmaio


Um bebê morreu e pelo menos outras 16 pessoas ficaram feridas na noite desta quinta-feira, 18, ao serem atropeladas no calçadão da Avenida Atlântica, em Copacabana, zona sul do Rio, depois que um motorista perdeu o controle de seu carro, por volta das 20h30, na altura da Rua Figueiredo de Magalhães, e invadiu a calçada e a areia.

O carro - um Hyundai HB20 preto - era dirigido por Antônio de Almeida Anaquim, de 41 anos. Ele afirmou à Polícia Civil ser epilético e ter sofrido um desmaio. Até as 23h30 não havia detalhes sobre o estado de saúde das vítimas nem o número exato delas.

Segundo testemunhas, o veículo desgovernado atravessou tanto a ciclovia como a calçada e só parou quando já estava com as quatro rodas sobre a areia. Antes da chegada da polícia, pedestres que estavam nas imediações chegaram a agredir o motorista, que tentou fugir para se proteger. Quando os policiais militares intervieram, Anaquim foi detido e conduzido para prestar depoimento na 12.ª DP (Copacabana).



Segundo os PMs, dentro do carro de Anaquim havia medicamentos para epilepsia. Após prestar depoimento, ele seria levado ao Instituto Médico-Legal (IML) para realizar exames de saúde que possam comprovar o problema médico. Pessoas epiléticas podem dirigir automóveis, desde que comprovem não sofrer crises frequentes.

O coronel Murilo Angelotti, comandante do 17.º Batalhão da PM, em Copacabana, informou que Antônio relatou ter sofrido um "apagão". Testemunhas também contaram que, ao descer do veículo, Anaquim estava "meio parado" e "não esboçava reação".

A promotora de vendas Cristiane Lima, de 45 anos, estava no calçadão e testemunhou o acidente. "Eu estava a 10metros. O impacto foi muito grande. Quase pegou o quiosque que fica na orla. Tinham muitas criança gritando e chorando. Foi desesperador", afirmou.

Douglas Pereira, de 23 anos, que trabalha alugando cadeiras e guarda-sóis na praia de Copacabana, conta ter visto de longe o tumulto. "É muito triste".

Outra testemunha foi João Paulo Siqueira, de 19 anos, que estava caminhando com amigos pelo calçadão. "Parece que ele (o motorista) perdeu a direção. Foi muito susto mesmo", afirmou ao site do jornal O Dia.

Desde o momento do acidente até as 22 horas, o trânsito chegou a ser interrompido em duas faixas da avenida Atlântica, no sentido Leme. Isso no trecho próximo da Rua Figueiredo de Magalhães.

Vítima

No fim da noite, foi confirmada a morte de um bebê, relatada apenas como sendo Maria, de 8 meses. Ela foi levada à Unidade de Pronto Atendimento de Copacabana, mas não resistiu aos ferimentos.

Daria Lasmar, de 40 anos, ajudou no socorro ao bebê. "Eu estava atravessando o sinal e, quando coloquei o pé no calçadão, o carro invadiu e atropelou diversas pessoas. Eu me aproximei da mãe, ela estava chorando muito, dizendo que estava com muita dor na perna. E falava 'Meu bebê'. Perguntei se estava grávida e ela só repetia isso. A avó apareceu com o bebê, mas já estava desmaiada. Ela pegou a criança na areia e os guardas municipais abriram caminho e nos levaram na viatura. Infelizmente ela veio a óbito. Eles fizeram todo o procedimento de ressuscitação, foram 50 minutos, mas teve parada cardíaca e não resistiu", contou a O Globo.

Segundo os bombeiros, entre os feridos havia mais quatro crianças, duas delas em estado grave. Todas receberam atendimento de emergência no local e depois foram encaminhadas para hospitais da região pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Nove feridos (sete adultos e duas crianças) foram levados ao Hospital Municipal Miguel Couto, no Leblon (zona sul). Segundo o hospital, às 22h30 quatro dessas vítimas ainda "inspiravam cuidados". Outros feridos foram levados ao Hospital Municipal Souza Aguiar, no centro - Estadão.

Portal Carlos Magno


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