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11/05/2018

Mãe de meninos mortos em incêndio quer escolta para ir a enterros. O Pastor George Alves, marido dela, segue preso


A mãe dos irmãos Joaquim e Kauã, que foram carbonizados num incêndio no quarto deles, tem intenção de pedir escolta policial para ir ao enterro dos filhos, segundo informou uma das advogadas do marido dela e pastor George Alves, que está preso e não vai ao enterro. As crianças morreram no dia 21 de abril, em Linhares, Norte do Espírito Santo.

A advogada destacou que a escolta vai acontecer para garantir a segurança de Juliana Salles, mãe das vítimas.

O incêndio que matou Joaquim e Kauã aconteceu na madrugada do dia 21 de abril, na casa da família. O pastor George Alves era o único que estava na casa no momento do incêndio e disse ter tentado salvar as crianças.



Os corpos das crianças ainda não saíram do Departamento Médico Legal (DML) de Vitória para seguir a Linhares, no Norte do Espírito Santo, porque há necessidade de uma autorização judicial, que não havia sido concedida até a última quarta-feira (9). Por causa disso, ainda não havia definição sobre velório e enterro.

A advogada do pastor também destacou que ele não vai pedir autorização da Justiça para sair da prisão e ir ao enterro de Joaquim e Kauã. O pedido de saída para o enterro não deve ser feito por uma questão de segurança.

Habeas Corpus negado

A Defesa do pastor entrou com o pedido de Habeas Corpus no Tribunal de Justiça. A decisão saiu na última sexta-feira (4) à noite. O HC foi analisado pelo Desembargador Substituto Júlio César Costa de Oliveira, que negou o pedido de liberdade em favor do pastor.

Prisão do Pastor

O pastor Georgeval Alves Gonçalves, de 36 anos, foi preso em um hotel no dia 28 de abril.

Um mandado de prisão temporária, de 30 dias, foi expedido pelo juiz Grécio Grégio contra ele por volta das 2h da madrugada. Autoridades informaram que George atrapalhava a investigação sobre o caso.

Depois de ser detido, o pastor passou por exames no Serviço Médico Legal e deu entrada na Penitenciária Regional de Linhares. Em seguida, ele foi transferido para o Centro de Detenção Provisória de Viana.

Por telefone, a mãe das crianças, Juliana Salles, disse que estava muito abalada com a notícia, mas que esperava pela prisão do marido por conta da linha de investigação da polícia. Ainda assim, ela afirmou que não desconfia de George.

O Incêndio

O incêndio aconteceu no dia 21 de abril na casa da família. O pastor George Alves, pai de Joaquim e padastro de Kauã, foi preso no dia 28 de abril porque estaria atrapalhando a investigação, segundo a polícia, e cumpre prisão temporária no Centro de Detenção Provisória de Viana II.

George era o único que estava na casa no momento do incêndio e disse ter tentado salvar as crianças. A mãe das crianças, Juliana Salles, estava em um congresso com o filho menor do casal.

Várias perícias já foram feitas no local do incêndio. Em uma delas, os peritos usaram luminol, substância utilizada para identificar a presença de sangue. Além disso, o pastor, a esposa e outras testemunhas prestaram depoimento à polícia - G1.

Portal Carlos Magno


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