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30/05/2018

Governo reúne entidades dos trabalhadores para dialogar sobre os efeitos da paralisação dos caminhoneiros


O governador Ricardo Coutinho se reuniu, na tarde desta terça-feira (29), no Palácio da Redenção, com entidades representativas dos trabalhadores para dialogar sobre os efeitos da paralisação dos caminhoneiros. O movimento nacional já acontece há nove dias e produz impactos nos serviços oferecidos pelo Governo do Estado, bem como nos setores de comércio, indústria, turismo e no cotidiano da população.

Na oportunidade, o governador comentou que, na manhã desta terça-feira, houve uma reunião com representantes do setor produtivo no qual as entidades elaboraram uma nota conjunta, apresentando as dificuldades enfrentadas pelo setor e pediram o fim da greve dos caminhoneiros. "Agora nos reunimos com entidades que representam os trabalhadores para, da mesma forma que fizemos de manhã, conversarmos sobre os impactos do movimento dos caminhoneiros na sociedade. Nosso intuito é compartilhar a preocupação com essa crise e tentar encontrar soluções para essa instabilidade que atinge profundamente a economia e a sobrevivência das pessoas", disse Ricardo Coutinho.



O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) na Paraíba, Paulo Marcelo, afirmou que o movimento aparentemente está trazendo mais efeitos negativos que positivos para a maioria dos trabalhadores. "Hoje o que nos preocupa é como vai ficar essa política de preços de combustíveis, na pós-paralisação. Não se pode depois dizer que vai baixar o diesel por 60 dias e, em seguida, aumentar a gasolina. É uma luta justa, mas não vejo que a greve deixará um saldo positivo para a classe trabalhadora", comentou.

Para o presidente do Sindicato dos Comerciários de João Pessoa, Rogério Brás, não apenas o comércio, mas todos os segmentos produtivos tiveram complicações devido o movimento dos caminhoneiros. "Até o direito de ir e vir do povo ficou complicado, por causa dos bloqueios, e com isso muitos trabalhadores ficaram sem conseguir chegar nos estabelecimentos. Eles buscam a redução do diesel, mas acredito que outras pautas deveriam ter sido incorporadas para atender toda a sociedade, como a diminuição dos preços do gás de cozinha, do etanol, gasolina. Com certeza, o comércio está sentindo muito os efeitos da greve, porque as vendas e a produtividade dos trabalhadores caíram", concluiu.

Também estiveram presentes na reunião representantes do Conselho Estadual de Saúde, Sindicato de Trabalhadores em Telecomunicação da Paraíba, Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil, Empasa, entre outros - Secom-PB.

Portal Carlos Magno


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