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15/07/2014

Pessoal da limpeza denuncia Prefeitura de Campina por servir comida estragada e pagar menos de um salário mínimo por 30 dias de trabalho no São João


Pessoas que prestaram serviço à Prefeitura de Campina Grande durante o São João deste ano utilizaram os programas jornalísticos das emissoras de rádio da cidade nesta terça-feira (15) para reclamar que a Prefeitura não cumpriu com o que foi acordado com quem trabalhou na festa. A denúncia é de que a Prefeitura está pagando menos de um salário mínimo – o que não é permitido no Brasil – pelos 30 dias trabalhados.

A dona de casa Patrícia Simões da Silva, que mora na Rua Maximiliano Machado, no bairro de José Pinheiro, disse que tomou uma surpresa quando foi receber o pagamento. Ao invés de um salário mínimo, como prometido, recebeu um cheque no valor de R$ 587,90. O pior, segundo ela, é que a Prefeitura teria efetuado pagamentos com valores diferenciados, com algumas pessoas recebendo mais e outras menos, mesmo tendo trabalhado os mesmos 30 dias.

“Nós fizemos um trabalho dedicado, na limpeza do Parque do Povo. O que nos deixa tristes é que fomos elogiados pelos turistas que vieram para o São João, mas não por eles”, disse Patrícia, referindo-se aos membros da organização do São João.

O São João de Campina Grande, no Parque do Povo, durou 30 dias

O São João de Campina Grande, no Parque do Povo, durou 30 dias

Comida estragada – Patrícia visitou as rádios para denunciar o fato, acompanhada de sua vizinha, de nome Ana Paula, e de uma outra amiga, de nome Rejane Cavalcanti, que também trabalharam os 30 dias do São João e receberam o mesmo valor. Elas reclamaram que, além da questão do pagamento, as pessoas que prestaram serviço no São João ficaram algumas noites sem comer, pois a comida servida estava estragada.

Ela disse que os trabalhadores da limpeza reclamaram, em alguns dias, que a quentinha servida estava estragada. A prefeitura, segundo ela, suspendeu o fornecimento da quentinha, mas em algumas noites não providenciou refeição para substituí-la. “Tinha noite que a comida vinha estragada. A gente reclamou. Além de ter de ficar os 30 dias debaixo de sol e de chuva, arriscando a vida, ter que comer comida estragada?”, questionou.

Patrícia disse que teve noite que a Prefeitura serviu apenas pão para os trabalhadores. “Quando a gente reclamou que a quentinha estava estragada, eles suspenderam a quentinha e teve noite que a gente ficou trabalhando só com um pão. Isso é um absurdo.

Sobre o pagamento a gente procurou o pessoal da organização e eles dizem que a gente vá procurar nossos direitos. Por isso que estamos aqui, apelando para o prefeito Romero Rodrigues”, disse ela.

Do Blog Carlos Magno, com Ass.Com Comunicação & Marketing






 


 


 
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