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20/05/2021

Escolas médicas que aceitam estudantes internacionais: como ingressar


Se você está procurando estudar medicina em uma das melhores universidades da América Latina, existem várias instituições em países vizinhos que podem ser a sua melhor resposta, de acordo com resultados dos mais prestigiados mecanismos de classificação do ensino superior, como o QS World University Rankings 2021.

 

Os países sul-americanos contam com um impressionante número de universidades no Ranking QS, onde destacam-se instituições da Argentina, com a Universidade de Buenos Aires (UBA), que ocupa a 66ª posição, a melhor classificação da América Latina. A Universidade Nacional Autônoma de México (UNAM) também aparece entre as melhores do mundo, em 100º lugar, segundo o QS 2021. Países como Chile, Colômbia, Peru, Uruguai e Cuba têm instituições com forte presença no ranking QS. 



 

Para estudantes internacionais que desejam viajar para o exterior para cursar medicina, a economia em crescimento e o setor educacional da América Latina podem oferecer condições favoráveis para uma experiência econômica e culturalmente enriquecedora.

 

Os futuros alunos internacionais devem estar cientes de que as universidades da América Latina geralmente usam o espanhol como idioma de instrução. Aqui estão mais alguns fatores que os futuros alunos internacionais devem ter em mente ao considerar esta região:

 

Requisitos de admissão e inscrições;

 

Informações sobre vistos para países populares da América Latina;

 

Visão geral das taxas de matrícula e custo de vida;

 

Informações sobre bolsas e financiamento.

 

No Brasil, os aspirantes ao ensino superior sabem que para cursar a faculdade de medicina é preciso enfrentar uma concorrência acirrada no vestibular, para conquistar uma vaga. Mas o que acontece em outros lugares da América Latina? A seguir, você pode saber um pouco mais sobre como ingressar no ensino superior em outros países da região.

 

México

 

No México, ano após ano milhares de candidatos fazem o Examen Nacional de Ingreso a la Educación Superior (EXANI-II), um requisito obrigatório para ser admitido em uma universidade do país asteca. A prova inclui áreas como matemática, linguagem, tecnologia da informação, entre outras. Algumas universidades mexicanas permitem que a prova seja realizada à distância.

 

Argentina

 

Já na Argentina não existe um exame padronizado para entrar na universidade. Cada instituição pode estabelecer seus próprios requisitos de admissão. Para os estudantes estrangeiros, um dos requisitos indispensáveis na maioria das universidades é um diploma que comprove a proficiência no idioma espanhol. Boa parte das universidades argentinas também ministram aulas específicas de nivelamento para os alunos, antes do início efetivo do ano letivo.

 

Colômbia

 

Na Colômbia também não há acesso direto ao ensino superior. Aqueles que desejam seguir uma carreira universitária devem primeiro fazer a prova Saber 11°, que inclui disciplinas obrigatórias e opcionais de acordo com os interesses específicos de cada candidato.

 

Chile

 

No Chile, milhares de estudantes se submetem à Prueba de Selección Universitaria (PSU), um exame similar ao vestibular. No entanto, algumas instituições chilenas podem considerar a nota do Enem para o ingresso do aluno. Para ter certeza dessa possibilidade, é preciso confirmar antes com a universidade escolhida.

 

Cuba

 

A ilha caribenha se destaca justamente pela medicina, e isso se deve ao programa especial do governo cubano que atrai estudantes estrangeiros para os seus cursos na área de saúde. O foco das instituições são estudantes de baixa renda ligados a movimentos sociais ou partidos políticos. Os alunos ganham bolsa integral, estadia e alimentação, além de uma porcentagem do salário mínimo cubano para outras despesas. Conclui-se, portanto, que é possível estudar medicina em Cuba totalmente de graça.

 

Uruguai

 

A entrada nas universidades do Uruguai também costuma ser bastante direta, sem a necessidade de fazer um exame vestibular. Embora algumas instituições optem por cursos de reforço ou provas específicas de admissão, estes não costumam ser um entrave à futura inscrição do aluno. Como existe vagas para todos os interessados – tanto nas instituições públicas, quanto nas privadas – não há barreira para matrícula. No entanto, o fator de inclusão pode trazer algum incômodo, uma vez que nos primeiros meses de cursos concorridos como o de medicina, por exemplo, as salas costuma ficar superlotadas. 

 

Carlos Magno

 

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