
Foto: Reprodução/Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva venceria um eventual
segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), de acordo com a pesquisa
Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (11/2). O levantamento simulou sete
cenários distintos para a etapa final da disputa presidencial, e o líder
petista aparece à frente em todos eles.
No primeiro cenário, Lula registra 43% das intenções de
voto, contra 38% de Flávio Bolsonaro. Brancos, nulos e eleitores que afirmam
não votar somam 17%, enquanto 2% se dizem indecisos.
Na segunda simulação, o chefe do Executivo também supera o
governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), com 43%, ante 35% do adversário.
Nesse quadro, 19% optariam por branco, nulo ou abstenção, e 3% não souberam
responder.
Contra o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), Lula
abriria uma vantagem de 10 pontos percentuais: 42% a 32%. Os votos em branco,
nulos ou de quem não pretende votar chegam a 22%, e os indecisos são 4%.
O quarto cenário aponta vitória sobre o governador de Minas
Gerais, Romeu Zema (Novo). O presidente marca 43%, enquanto o mineiro aparece
com 32%, uma diferença de 11 pontos. Brancos e nulos somam 21%, e 4% permanecem
indecisos.
Já em uma eventual disputa com o governador do Rio Grande do
Sul, Eduardo Leite (PSD), Lula alcança 42% das intenções de voto, contra 28% do
gaúcho — a maior distância entre os governadores testados. Nesse caso, 26%
declararam voto branco, nulo ou abstenção, e 4% não souberam opinar.
A vantagem é ainda mais ampla nos cenários contra o
ex-ministro Aldo Rebelo (DC) e o coordenador do MBL, Renan Santos (Missão). Em
ambos, o atual presidente aparece com 44%, enquanto os adversários registram
25%, resultando em uma diferença de 19 pontos percentuais. Brancos, nulos ou
eleitores que não pretendem votar somam 27%, e os indecisos são 4%.
Metodologia
A pesquisa Genial/Quaest ouviu 2.004 eleitores entre os dias
5 e 9 de fevereiro, por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro é de
dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de
95%. O estudo foi financiado pelo próprio instituto e está registrado no
Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00249/2026.
Correio Braziliense