
Foto: Reprodução/Google StreetView
Uma pedagoga foi agredida com socos e puxões de cabelo após
chamar a atenção de uma aluna do 7º ano que teria furado a fila durante a
quadrilha da escola. O caso ocorreu no dia 27 de junho em uma escola municipal
de Mariana, na Região Central de Minas. A Polícia Militar (PMMG) foi acionada e
registrou boletim de ocorrência. A menina foi transferida da instituição de
ensino.
O caso ocorreu durante uma festa junina na Escola Municipal
Dom Oscar de Oliveira e levou a prefeitura a anunciar medidas administrativas,
acompanhamento à profissional e ações de apoio à estudante e à família.
Segundo a administração municipal, a responsável teria
chamado a atenção da estudante após ela furar a fila durante a quadrilha de
festa junina. Insatisfeita com a bronca, a aluna avançou na pedagoga, que foi
agredida com puxões de cabelo e socos. Neste momento, a festa foi encerrada, a
Polícia Militar acionada e um boletim de ocorrência registrado.
Após o episódio, o secretário municipal de Educação
acompanhou a pedagoga até a delegacia e adotou as primeiras medidas
administrativas. O Conselho Tutelar também foi acionado. De acordo com o
prefeito de Mariana, Juliano Duarte, a aluna foi transferida de escola e deverá
receber acompanhamento psicológico. A família dela também será assistida pela
Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social.
O Executivo também comunicou que a pedagoga recebeu
acolhimento e continua sendo acompanhada. "Desde o primeiro momento, a
profissional foi acolhida e segue recebendo todo o suporte necessário, tanto no
âmbito administrativo quanto pessoal, por meio da Secretaria Municipal de
Educação e dos setores competentes da Administração Municipal", disse em
nota. No mesmo aviso, o município classificou o ocorrido como grave e
inaceitável.
Em vídeo publicado nas redes sociais, o prefeito ainda
afirmou que o município não irá tolerar episódios de violência contra
servidores públicos. “A nossa gestão repudia qualquer tipo de violência contra
servidores públicos, principalmente quando acontece dentro de uma escola e
contra uma professora”, reforçou.
EM