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06/07/2026

Aluna agride pedagoga com socos e puxões de cabelo ao ser repreendida por furar fila durante quadrilha junina



Foto: Reprodução/Google StreetView


Uma pedagoga foi agredida com socos e puxões de cabelo após chamar a atenção de uma aluna do 7º ano que teria furado a fila durante a quadrilha da escola. O caso ocorreu no dia 27 de junho em uma escola municipal de Mariana, na Região Central de Minas. A Polícia Militar (PMMG) foi acionada e registrou boletim de ocorrência. A menina foi transferida da instituição de ensino.

 

O caso ocorreu durante uma festa junina na Escola Municipal Dom Oscar de Oliveira e levou a prefeitura a anunciar medidas administrativas, acompanhamento à profissional e ações de apoio à estudante e à família.

 

Segundo a administração municipal, a responsável teria chamado a atenção da estudante após ela furar a fila durante a quadrilha de festa junina. Insatisfeita com a bronca, a aluna avançou na pedagoga, que foi agredida com puxões de cabelo e socos. Neste momento, a festa foi encerrada, a Polícia Militar acionada e um boletim de ocorrência registrado.

 

Após o episódio, o secretário municipal de Educação acompanhou a pedagoga até a delegacia e adotou as primeiras medidas administrativas. O Conselho Tutelar também foi acionado. De acordo com o prefeito de Mariana, Juliano Duarte, a aluna foi transferida de escola e deverá receber acompanhamento psicológico. A família dela também será assistida pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social.

 

O Executivo também comunicou que a pedagoga recebeu acolhimento e continua sendo acompanhada. "Desde o primeiro momento, a profissional foi acolhida e segue recebendo todo o suporte necessário, tanto no âmbito administrativo quanto pessoal, por meio da Secretaria Municipal de Educação e dos setores competentes da Administração Municipal", disse em nota. No mesmo aviso, o município classificou o ocorrido como grave e inaceitável.

 

Em vídeo publicado nas redes sociais, o prefeito ainda afirmou que o município não irá tolerar episódios de violência contra servidores públicos. “A nossa gestão repudia qualquer tipo de violência contra servidores públicos, principalmente quando acontece dentro de uma escola e contra uma professora”, reforçou.

 

EM