
Foto: Divulgação/FIEPB
O Sistema FIEPB (SESI/SENAI e IEL) e o Ministério Público da
Paraíba (MPPB estão articulando a criação de um projeto voltado ao acolhimento
de crianças, adolescentes e cuidadores que são vítimas de violência.
Na manhã desta terça-feira, 11/08, o presidente da FIEPB,
Cassiano Pereira recebeu na sede da Federação em Campina Grande, o procurador
Geral de Justiça do Ministério Público da Paraíba, Leonardo Quintans, e
representantes do MP, para tratar sobre o projeto.
A proposta prevê a implantação de três casas-polo, em João
Pessoa, Campina Grande e Cajazeiras, com atendimento psicológico e social,
orientação jurídica e acompanhamento das famílias. A iniciativa deverá integrar
o Ministério Público, universidades e instituições da rede de proteção.
O Sistema FIEPB terá participação na qualificação e inserção
profissional dos beneficiários, por meio de cursos e oportunidades oferecidos
pelo SESI, SENAI e IEL. A proposta é contribuir para que as famílias tenham
condições de reconstruir suas vidas com autonomia.

Foto: Divulgação/FIEPB
“O Sistema FIEPB tem uma responsabilidade social que vai
além da formação profissional. Queremos colocar nossa estrutura a serviço
dessas famílias, oferecendo qualificação e oportunidades para que possam
reconstruir suas vidas com dignidade e autonomia”, disse o presidente da FIEPB,
Cassiano Pereira, presidente da FIEPB.
Segundo o procurador-geral de Justiça do MPPB, Leonardo
Quintans Coutinho, a iniciativa busca enfrentar os impactos da violência sobre
toda a família. “A violência não atinge apenas a vítima direta. Ele deixa
crianças, adolescentes e famílias inteiras diante de uma realidade de dor e
vulnerabilidade. O nosso projeto pretende integrar instituições e oferecer uma
rede efetiva de proteção, cuidado e reconstrução dessas vidas.”, ressaltou o
procurador-geral de justiça do MPPB.
Inspirado em uma experiência do Ministério Público de Minas
Gerais, o projeto deverá ser formalizado por meio de um Termo de Cooperação. A
iniciativa também prevê articulação com ações de prevenção à violência e
proteção da infância e juventude.
Diego Araújo. – Assessoria/FIEPB