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06/05/2019

Veneziano se posiciona contra fusão do BNB com BNDES e defende preservação da política de financiamento das instituições bancárias


Em pronunciamento no Plenário do Senado Federal, o Senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) se posicionou totalmente contrário à proposta do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e de sua equipe econômica de fundir o Banco do Nordeste (BNB), principal banco de assistência aos nordestinos, com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

 

Como parlamentar nordestino e membro titular da Comissão de Desenvolvimento Regional, Veneziano repudiou a proposta do Planalto, sinalizada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e enfatizou que esses dois bancos atuam como agentes de desenvolvimento da região.



 

“A minha palavra de solidariedade a todos os que fazem o Banco do Nordeste. Tive a oportunidade de visitar a instituição. Tive a oportunidade, recentemente, na Comissão de Desenvolvimento Regional, de participar de uma exposição detalhada que mostrava o quanto tem atendido àquilo que se refere às suas atribuições, às suas competências. O BNDES que, mesmo não estando com os cuidados devidos, pelas apresentações (na CDR), está convergindo sobre aquilo que a LDO propõe, convergindo sobre aquilo que o PPA propõe. Mesmo assim, é uma instituição de quase 60 anos de vida” destacou.

 

Ainda em relação ao BNDES, Veneziano lembrou as seis décadas de história do banco como maior instituição bancária de microcrédito da América do Sul e a terceira do mundo, e que precisa, isso sim, ser fortalecida. No entendimento do Senador paraibano, a proposta apresentada pela equipe econômica faz parte de uma visão “ultradireitista, ultraliberal, que permeia o governo federal”.

 

Ao defender a preservação das políticas de financiamentos das duas instituições, Veneziano considerou importante que o BNB e o BNDES deixem de financiar os maus pagadores, e que continue incentivando os pequenos e microempreendedores, impulsionando o desenvolvimento econômico e social do Brasil.

 

“As políticas de financiamento dessas duas instituições precisam ser lembradas, precisam ser preservadas. E as instituições não podem ser levadas, por força desse entendimento que, ao meu ver, é extremamente tirânico, ao seu fim, à sua extinção, nem mesmo à sua fusão”, finalizou Veneziano – Assessoria.

 

Carlos Magno

 

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